Você já ouviu falar em mamografia digital bilateral e quer saber como ela funciona, para que serve e quando fazer? Esse exame é um dos principais aliados na detecção precoce do câncer de mama e pode salvar vidas quando feito regularmente. Com tecnologia moderna e imagens em alta resolução, ele traz mais conforto, precisão e segurança para quem realiza.
Neste artigo, vamos explicar de forma simples e direta tudo o que você precisa saber sobre o exame: para quem é indicado, como se preparar, como interpretar os resultados e como a telemedicina está tornando o cuidado com as mamas mais acessível e eficaz.
Você já ouviu falar na mamografia digital bilateral? Esse exame é feito com raios-X modernos e consegue mostrar imagens detalhadas das duas mamas. Ele é muito importante para identificar sinais precoces de câncer. Ao contrário da mamografia analógica, a versão digital permite que as imagens sejam processadas, armazenadas e analisadas eletronicamente, facilitando o diagnóstico precoce de nódulos, cistos ou sinais de câncer de mama e o compartilhamento dos resultados com especialistas à distância.
Essa tecnologia é mais moderna, causa menos desconforto e usa uma dose menor de radiação, com resultados mais rápidos e precisos.
Geralmente, a mamografia digital bilateral é indicada para:
Também pode ser indicada para investigar:
Algumas dicas simples podem garantir imagens mais nítidas e evitar desconfortos:
Dica: se possível, agende o exame para o período pós-menstrual, quando as mamas costumam estar menos sensíveis.
Leia mais: Avanços tecnológicos na mamografia
O exame leva cerca de 15 a 20 minutos. A paciente fica em pé e cada mama é posicionada entre duas placas que fazem uma leve compressão para obter imagens mais claras com a menor dose de radiação possível. São tiradas imagens de diferentes ângulos, o que ajuda a identificar até microcalcificações e coágulos pequenos que poderiam passar despercebidos.
✅ Alta resolução: identifica lesões pequenas e precoces, que ainda não causam sintomas;
✅ Menos radiação: até 30% menos exposição que a mamografia convencional;
✅ Resultados rápidos e digitais: laudos podem ser enviados online com facilidade;
✅ Integração com inteligência artificial: aumenta a precisão ao detectar áreas suspeitas;
✅ Maior conforto e acessibilidade: ideal para programas de saúde digital e acompanhamento remoto.
O resultado da mamografia digital segue a classificação BI-RADS:
🩺 Você pode discutir o resultado com um médico presencialmente ou por teleconsulta, o que é ideal para quem busca praticidade e agilidade.
Veja também: Sistema Bi-Rads e IA na mamografia
A união da mamografia digital com plataformas de telemedicina traz muitos benefícios:
Essa integração melhora o acesso ao diagnóstico, principalmente para quem mora longe de centros especializados ou tem dificuldade de locomoção.
A mamografia digital bilateral é um exame essencial na prevenção do câncer de mama. Com tecnologia avançada, maior precisão e conforto, ela permite detectar alterações ainda pequenas — antes mesmo de se tornarem palpáveis. Aliada à telemedicina, torna o cuidado com as mamas mais humano, acessível e eficaz.
Se você tem dúvidas como “quando devo fazer mamografia?” ou “como saber se o nódulo é perigoso?”, procure um especialista e não adie seus cuidados. Prevenção é sempre o melhor caminho.
A mamografia digital bilateral é recomendada para mulheres a partir dos 40 anos como exame de rotina anual para rastreamento do câncer de mama. Mulheres com histórico familiar da doença, mutações genéticas (BRCA1/BRCA2) ou fatores de risco podem precisar iniciar o acompanhamento mais cedo, conforme orientação médica. Também é indicada para investigação de sintomas como nódulos, dor mamária, secreção ou alterações detectadas em outros exames.
O exame pode causar desconforto devido à compressão das mamas entre as placas do mamógrafo, necessária para obter imagens nítidas e reduzir a dose de radiação. O desconforto costuma ser leve e rápido, mas a sensação varia de pessoa para pessoa. Em geral, o procedimento é bem tolerado e dura poucos minutos.
A mamografia digital utiliza sensores eletrônicos para capturar e processar as imagens das mamas, enquanto a convencional usa filmes radiográficos. A versão digital oferece imagens de maior resolução, menor dose de radiação, possibilidade de ajuste de contraste e facilidade de armazenamento e compartilhamento dos resultados, inclusive via telemedicina.
Em geral, é necessário apresentar pedido médico (receita) para realizar a mamografia digital bilateral, principalmente em clínicas particulares e laboratórios conveniados ao plano de saúde. Em campanhas públicas de rastreamento, o exame pode ser oferecido sem necessidade de receita, conforme as regras do SUS ou de programas regionais.
O laudo da mamografia digital bilateral costuma ficar pronto entre 24 e 72 horas após a realização do exame, dependendo do serviço e da demanda do laboratório. Em casos urgentes, o resultado pode ser liberado mais rapidamente. O acesso digital ao laudo facilita o envio para o médico solicitante e agiliza o acompanhamento.
Não. A mamografia digital bilateral utiliza uma dose baixa de radiação, geralmente até 30% menor do que a mamografia convencional. O exame é considerado seguro e os benefícios do rastreamento precoce superam amplamente os riscos associados à exposição radiológica.
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